No Blog do Birner, no meio de um jabá rápido, uma declaração que explica muito:
Vai ao ar na ESPN, nesta terça-feira, as 20h30, o programa Juca Entrevista com minha participação. Claro que eu e o jornalista somos a mesma pessoa, mas durante o período de trabalho, nas transmissões e programas, a preocupação é explicar o jogo, levar a melhor informação possível ao ouvinte, independentemente de preferências e desejos. Na ESPN fiquei mais à vontade. Valeu até uma pequena provocação aos rivais.
Sei. O sujeito é são-paulino assumido, tem um blog com as cores do clube, e quer que eu acredite numa hipotética capacidade de “ligar/desligar” sua relação com o time do Jardim Leonor.
Jornalista esportivo ter time de futebol tá certo, é do jogo. Agora, o complicado é esse papo de “imparcialidade”, de tentar convencer o espectador de que o fato de ser fã de determinado clube não formata a sua análise. É claro que influencia!
Não adianta cobrir o sol com a peneira. Quem gosta de um time aprende a ver futebol, a analisar, por uma perspectiva muito especial, própria dos códigos de cada torcida. E nisso palmeirenses são diferentes de corintianos que são diferentes de são-paulinos.
Certo tá o Paulo Henrique Amorim, notório torcedor do Fluminense, que publica em seu site pra quem quiser ler: não gosta do Flamengo (entre outras coisas).
Sem dourar a pílula. Isso é ser honesto com o leitor.
Então Birner, quer torcer, então torce, tudo bem. Mas pelo menos assuma.
Afinal, futebol nunca foi lugar pra se ficar com imparcialidades.
O Birner é um dos sujeitos mais sao paulinos da “imprença” esportiva atual. Por muitas vezes seus comentários são extremamente tendeciosos, por mais que ele tente evitar. E as cores do blog do “rapaz” são a perfeita imagem do que ele é. Só faltou o símbolo bambi. Quem sabe ele põe a foto da cadelinha dele no lugar.
[...] de Vitor Birner (aquele que gosta de se dizer “imparcial”, como já comentou aqui o Tiago) após a desclassificação de seu time do coração: O São Paulo não tinha sido [...]
Vitor Birner é um sujeito que, há tempos, abriu mão de sua dignidade pessoal e profissional para se curvar aos desígnios de seu timinho de afetados.
É digno de risos de desprezo.